jogo de xadrez

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Fui ameaçado pelo bispo por ter tomado a rainha com o cavalo. Sacrifiquei um peão para proteger o rei. O bispo não o excomungou e recuou para uma zona de conforto. Usei outro peão e promovi-o a rainha. O bispo inimigo juntou-se à torre, mas era tarde de mais. Com a rainha apoiada pelo cavalo matei o rei inimigo. Agora estou na dúvida se estive a jogar xadrez, a praticar magia ou a fazer política.

tortosendo, 09.02.1985

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Na altura em que o Núcleo Desportivo “Os Andorinhas” tinha um departamento de xadrez eu era um dos seus jogadores.

E, mais uma vez, a navegar nos baús do sótão da casa dos meus pais descubro esta recordação do Taça de Portugal de Xadrez de 1985. A eliminatória (3ª) foi contra o Núcleo de Xadrez do Unidos de Tortosendo. Tinha eu 17 anos. Jogamos em casa do U.F.C.T e recordo que foi uma eliminatória dificílima nessa vila do concelho da Covilhã.

Joguei no primeiro tabuleiro e ganhei. Ganhamos essa eliminatória e depois jogamos contra o Boavista e perdemos apesar de ter ganho a minha partida no 4º tabuleiro por excesso de confiança do meu adversário.

Bons tempos. Como deve ser todo o passado.

o caracol

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Desde o dia 12.02.2010 que ando a tentar encontrar um caracol para fotografar.
Os mais atentos e que vão tendo a coragem de ler este blog deram conta que não foi apenas o endereço que mudou – o anterior era exilezone (agora tem apenas as minhas fotografias) – como o tema que lhe serve de suporte, mas de estar, igualmente, a utilizar fotografias da minha autoria; a excepção era a fotografia que ilustrava o post ídolos que tinha sido retirada da wikipedia e alterada no photoshop. Agora é uma fotografia do meu caracol! Sei que é um pormenor obsessivo, mas é obsessivamente pessoal.

caracol

outro caracol

Outra circunstância particular é o facto de as fotografias “trabalhadas” exclusivamente para o blog terem, quase sempre, um tom grunge.

Sem esquecer que de 980 entradas, apenas estão publicadas +/- 120. O motivo é não apenas a adaptação ao novo tema e usar assim as imensas fotografias que tenho por publicar e tratar, em alguns casos, digitalmente, como alguns textos – agora em novas categorias – estão a servir de “comida” a um projecto pessoal: possivelmente um livro, apenas com textos, ou com ilustrações, ou até com banda desenhada, porque entendo na minha modéstia que algumas histórias podem dar uma ou duas pranchas interessantes e só depois esses textos são republicados.

Este projecto é algo que desejo iniciar já à mais de 15 anos para gáudio pessoal e desta feita vai ser concluído nem que seja apenas com texto cru e nu. Este “livro” é apenas a ponta do icebergue de outras mudanças na minha vida, entre as quais destaco o regresso ao meu amado xadrez e à aquariofilia.