maravilhas

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E maravilhei-me com a nossa longa e complexa história humana, a nossa evolução até à postura erecta e cérebros do tamanho de cachos de uva, a nossa descoberta do fogo e ritos fúnebres, o nosso desenvolvimento da linguagem e rituais e dança, as nossas pinturas rupestres, a nossa invenção de utensílios e agricultura e ourivesaria, as nossas belas culturas materialistas, as nossa cidades antigas, os nossos aquedutos e teares e calendários solares, as nossas maquetas do universo, a nossa invenção do telescópio, a nossa descoberta do cálculo, os nossos balões a hélio e máquinas a vapor e estações espaciais e computadores, e com o labirinto de organizações mentais e psicológicas que seguiram ou precederam estas fases evolutivas do passado, tudo para chegarmos a isto, a escovas de dentes dos 101 Dálmatas e meias que servem de chinelos e calendários de Gatos ao sol e caixas de bonecos falantes com a cara do Michael Jordan.

páginas 20 e 21

John Vernon, Um Livro de Razões
título original: A Book of Reasons
tradutor: Tânia Ganho
editor: Cí­rculo de Leitores, Navarra, Espanha, Abr. 2001,
isbn: 972-42-2461-9

reasons… death…

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from somewhere

A world of immortality is inherently inconceivable, if not downright unpleasant to think about.
Sustaining life (or postponing death, depending on your point of view) is what makes life worth living.
Eating, sleeping, working, playing, procreating… this is all the process of sustaining our lives; of avoiding death.
Having a life without death would be like having a bicycle without pedals.
It just wouldn’t go anywhere or do anything.
There would be no reason for it.

Encontrei isto na minha pasta TEMPO. O ficheiro .txt tinha a data de 1999 A.D. (?)