a promessa de kushiel

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A saga de Kushiel à semelhança da saga “Sangue Fresco” é uma aposta, quanto a mim, ganha pela editora Saída de Emergência. As traduções são bastante cuidadas. E se em “Sangue Fresco” é Renato Carreira a dar as cartas (o tradutor responsável pela tradução do livro “Nação) e bem, em “Kushiel” Teresa Mar­tins de Carvalho tem, igualmente, feito um excelente trabalho numa escritora que me parecia, pela leitura em inglês de parte do “Kushiel’s Dart”, ser de dificílima tradução; Teresa Mar­tins de Carvalho revelou que sabe da “arte“.

“A Promessa de Kushiel”, com a tradução de Teresa Mar­tins de Carvalho, n.º 132 da Colecção Bang, foi uma leitura amoravelmente surpreendente.

Não deixou de ser bastante agradável depois de ler de rajada o “Dardo de Kushiel” e “A Marca de Kushiel” respeitantes ao livro “Kushiel’s Dart” (título original) – sim a versão portuguesa foi dividida em duas partes – e a primeira parte d’ “A Eleita de Kushiel” (“Kushiel’s Chosen”) ter já lido a segunda e última parte do volume dois.

Quem sofreu com isto foi o livro “Pátria” de R. A. Salvatore que encostei – temporariamente.

“A Promessa de Kushiel” peca por ter apenas 358 páginas que foram devoradas, não literalmente… claro. É uma saga que recomendo vivamente. Quanto a mim, agora vou adormecer mais sossegado; está na hora de ir para a cama

velas e que velas!

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Agora basta introduzir uma moeda ou várias e temos velas acesas como se fossem verdadeiras velas.
Esta máquina é uma grande invenção para obtenção de lucro.
Maximização de lucros e verde devem ter sido as palavras de ordem na criação desta máquina de promessas.