coisas de julho, 2017

livros
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As leituras de alguns fins-de-semana e não só.

Um pouco de banda desenhada:

  • Mulher-Maravilha: Um por todos de Christopher Moeller – segundo volume da colecção Mulher-Maravilha da Levoir/Público. Uma história muito mais divertida do que a do primeiro volume.
  • Ronin de Frank Miller – já lido na edição brasileira. Contente por ter esta maravilha artística num excelente álbum. Infelizmente na lombada o Ronin foi baptizado de Ronnie.
  • Velvet #1 de Ed Brubaker e Steve Epting – relido para mergulhar sem complicação nos restantes álbuns.
  • Velvet #2 de Ed Brubaker e Steve Epting – excelente ao quadrado.
  • Velvet #3 de Ed Brubaker e Steve Epting – excelente ao cubo.
  • Homem-Aranha: Exposição Negativa de Brian K. Vaughan e Staz Johnson – outra adorável leitura.
  • Batman, Uma História Verdadeira de Paul Dini e Eduardo Risso – muito boa.
  • Hulk: Guerra Mundial de Greg Pak e John Romita, Jr. – poderosa. Adorei.
  • Mulher-Maravilha: A Hiketeia de Greg Rucka e J. G. Jones – muito bom
  • Mulher-Maravilha: Homens e Deuses de George Pérez, Greg Potter e Len Wein – excelente
  • Mulher-Maravilha: Deuses de Gotham de Phil Jimenez e J. M. De Matteis – adorei. De uma forma geral foi uma colecção agradável.
  • Sonhos Maus de Pierre Christin e Jean-Claude Mézières – primeira história da colecção Valérian. Foi uma deliciosa releitura.
  • A Cidade das Águas Movediças de Pierre Christin e Jean-Claude Mézières

Outras coisas mais.

  • A Varanda do Frangipani de Mia Couto
  • O Tango da Velha Guarda de Arturo Pérez-Reverte
  • O Francoatirador Paciente de Arturo Pérez-Reverte
  • Poe Uma Vida Abreviada de Peter Ackroyd – surpreendente.
  • À Luz do Que Sabemos de Zia Haider Rahman – um livro magistral. A Grande leitura de Julho.
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de tal maneira que deixei de sonhar

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De tal maneira que deixei de sonhar. Só os pesadelos me visitavam. Eu estava aleijado desse orgão que segrega as matérias do sonhar. Eu estava doente sem doenças. Sofria dessas maleitas que só Deus padece. Aconteceu assim: primeiro, me acabou o riso; depois, os sonhos; por fim, as palavras. É essa a ordem da tristeza, o modo como o desespero nos encerra num poço húmido.

Mia Couto, A Varanda do Frangipani (pág. 131)