adormecer ao estilo piloto de testes

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Hoje utilizei todas as técnicas conhecidas pela humanidade para adormecer e dormir e outras tantas mais desenvolvidas por mim.

Engoli um comprimido. Apaguei a luz e afaguei a cabeça na almofada de padrão florido – ainda primavera. Fechei os olhos. Iniciei a preparação para o relaxamento. Pensei… pensei que estava debaixo de uma palmeira embutida na areia que traçava na areia uma elegante sombra sobre uma cadeira de praia na qual moi estava refastelado a ler um livro enquanto era embalado pelo som e cheiro da brisa marinha. Já sentia o cérebro a abrir as portas para Morfeu. Ah! a doce sensação de desprendimento invadia o quarto… bem-vinda!

Tudo corria bem. O vento desfraldava as velas com constância. A viagem antevia-se prometedora até pensar o quanto seria divertido se de repente a água do mar congelasse (não impliquem com a impossibilidade científica; estava a preparar um sonho, ou, melhor dizendo, o preâmbulo de um sonho) e todas as pessoas seriam fatiadas pelo gelo: as que estavam a banho, a surfar, a arrancar mexilhões; enfim todas as pessoas envolvidas com o mar de qualquer forma. Sangue, entranhas por todo e qualquer lado, crianças a chorar – desespero total. Resultado, acordei sem estar a dormir. O que se passou com o comprimido para não actuar dentro do tempo regulamentar: dez segundos, o limite para castrar pensamentos parasitas.

Acendi a luz e olhei para dentro do copo para confirmar se continha água. Estava vazio. Confirmei que tinha bebido a água, mas fiquei na dúvida se a acompanhei com o comprimido. Deveria arriscar tomar outro? Assumindo que o meu organismo já tinha absorvido um. Decidi-me pelo não. Não porque tinha receio do que me poderia acontecer com a toma de dois comprimidos, mas sim porque não me apetecia ir à cozinha encher o copo com água. E se afinal o problema não estava na medicação, mas na minha cabeça. O que se passa comigo? foi a segunda questão que coloquei. Sou realmente um máximo a colocar questões.

Duas questões. Zero respostas. Ganhou o inquisidor. Insónia foi a ordem do dia. Encerrada a sessão.

rhys hughes – 001

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I went to see the doctor today. He took my pulse and my pulse said, “Get lost, fool!” Then he took my blood pressure and my blood pressure said, “This is bloody stupid!” Then he shone a light into my eyes and my eyes said, “Too bright, you idiot!” So I asked him, “What’s the verdict, doc?” “You seem to be in rude health,” he replied.

from Facebook by Rhys Hughes

ai.. toc! toc!

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Ao escrever isto sou um escritor. Se a algum momento decidir eliminar o que está escrito serei um assassino. Se, entretanto, não alterar nada do que já está escrito serei um conformista. Ao colocar tantas questões estarei a ser herético?

TOC! TOC!

tens uma panca

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Não és tu lês isto que tens uma panca. Sou eu que a tenho. E não fico ofendido quando esta frase me é atirada. Uma panca é uma mais-valia: sou eu, o que já por isso é muita coisa boa mais uma panca, mais alguma coisa; melhor do que qualquer produto 2 em 1.

Já fico transtornado quando me arrojam ‘tens um parafuso a mais’ ou ‘tens um parafuso a menos’. O aborrecimento surge, sendo ou não um andróide, do facto do meu criador ter sido irresponsável:

  • montou-me com uma peça de fixação a menos – a qualquer momento alguma coisa vai despegar
  • montou-me com uma peça de fixação desnecessária – a qualquer momento alguma coisa vai emperrar

Não admira que ande sempre a colocar as mãos nas cabeças; a constatação necessária de que ainda estão no sítio.

libertação

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LIBERTA, SENHOR, A HUMANIDADE SOFREDORA
MAS LIBERTA-ME PRIMEIRO A MIM, QUE SOU QUEM MAIS SOFRE
Basta andar alguns quilómetros na automotora para descobrir isso. Se não puderem queixar-se de mais nada, queixam-se das suas estúpidas doenças, das dores nos joelhos, das pedras na vesícula, das úlceras, das veias inflamadas, dos soluços e das azias, das diarreias e das caganitas empedernidas que até fazem barulho ao bater no fundo do penico
e imaginam, enquanto falam de tudo isto, que alguém lhes dá importância só por se queixarem.
IDIOTAS DE MERDA

A Morte de Um Apicultor, Lars Gustafsson

feto-azevinho 1.5

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Sinceramente não sei qual o nome desta planta, mas pela pesquisa que andei a fazer poderá ser “feto-azevinho” – tenho imensas dúvidas.

A série de fotos que publico foram realizadas o ano passado durante o trajecto que percorro a caminho do meu local de trabalho. Foi a primeira vez que segui de perto a transformação de uma folha?
Inicialmente pensei que eram “bichos”, uma “doença” de vermelho, mas com o decorrer da mudança é fácil de ver que estava mais que enganado.

Se alguém souber o nome correcto da planta agradeço que comente; será uma ajuda muito (muito) preciosa.

feto-azevinho 1.4

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Sinceramente não sei qual o nome desta planta, mas pela pesquisa que andei a fazer poderá ser “feto-azevinho” – tenho imensas dúvidas.

A série de fotos que publico foram realizadas o ano passado durante o trajecto que percorro a caminho do meu local de trabalho. Foi a primeira vez que segui de perto a transformação de uma folha?
Inicialmente pensei que eram “bichos”, uma “doença” de vermelho, mas com o decorrer da mudança é fácil de ver que estava mais que enganado.

Se alguém souber o nome correcto da planta agradeço que comente; será uma ajuda muito (muito) preciosa.

feto-azevinho 1.3

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Sinceramente não sei qual o nome desta planta, mas pela pesquisa que andei a fazer poderá ser “feto-azevinho” – tenho imensas dúvidas.

A série de fotos que publico foram realizadas o ano passado durante o trajecto que percorro a caminho do meu local de trabalho. Foi a primeira vez que segui de perto a transformação de uma folha?
Inicialmente pensei que eram “bichos”, uma “doença” de vermelho, mas com o decorrer da mudança é fácil de ver que estava mais que enganado.

Se alguém souber o nome correcto da planta agradeço que comente; será uma ajuda muito (muito) preciosa.

feto-azevinho 1.2

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Sinceramente não sei qual o nome desta planta, mas pela pesquisa que andei a fazer poderá ser “feto-azevinho” – tenho imensas dúvidas.

A série de fotos que publico foram realizadas o ano passado durante o trajecto que percorro a caminho do meu local de trabalho. Foi a primeira vez que segui de perto a transformação de uma folha?
Inicialmente pensei que eram “bichos”, uma “doença” de vermelho, mas com o decorrer da mudança é fácil de ver que estava mais que enganado.

Se alguém souber o nome correcto da planta agradeço que comente; será uma ajuda muito (muito) preciosa.

feto-azevinho 1.1

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Sinceramente não sei qual o nome desta planta, mas pela pesquisa que andei a fazer poderá ser “feto-azevinho” – tenho imensas dúvidas.

A série de fotos que publico foram realizadas o ano passado durante o trajecto que percorro a caminho do meu local de trabalho. Foi a primeira vez que segui de perto a transformação de uma folha?
Inicialmente pensei que eram “bichos”, uma “doença” de vermelho, mas com o decorrer da mudança é fácil de ver que estava mais que enganado.

Se alguém souber o nome correcto da planta agradeço que comente; será uma ajuda muito (muito) preciosa.