mais leituras de 2017

Standard

Tokyo Ghoul, volume VI de Sui Ishida – ainda não desaponta.
Super-Homem & Apocalipse: Caçador e Presa – 7.º volume da colecção “No coração das Trevas DC” nada de especial.
Hulk: Destruição Total – 41.º volume Colecção Oficial de Graphic Novels Marvel foi uma leitura bué de divertida.

upDATE_2017.04.26
Dança, Dança, Dança de Haruki Murakami – tendo como narrador o protagonista de Em Busca do Carneiro Selvagem, este livro pretende elucidar algumas pontas soltas, e é outro livro maravilhoso do escritor japonês.

aquisições e leituras

Standard

Aqui tenho alguns dos livros adquiridos na semana passada.

Entretanto o que li foi:

  • Tokyo Ghoul, volume III de Sui Ishida
  • Tokyo Ghoul, volume IV de Sui Ishida
  • Tokyo Ghoul, volume V de Sui Ishida – cada vez mais divertido.
  • Esquadrão Suicida: Disciplina e Castigo – o 5º volume da colecção “No coração das Trevas DC” foi um desilusão. Uma enorme confusão narrativa. Personagens sem consistência.
  • Joker & Harley Quinn: Amor Louco de Paul Dini e Bruce Timm – 6º volume da colecção “No coração das Trevas DC” até à data a melhor leitura. Diversão pura.

outras leituras mais

Standard

Ora vejamos..

      • Tokyo Ghoul, volume II de Sui Ishida – o segundo volume não desaponta. A introdução de novos elementos e personagens estimulam o desejo de continuar a ler as aventuras de Ken Kaneki.
      • Catwoman: O Grande Golpe de Selina de Darwyn Cooke – o 4º volume da colecção “No coração das Trevas DC” é uma leitura perfeita. Um policial noir bem escrito e desenhado. O melhor até agora da colecção.
      • Colecção Vampiro de Bolso (nova colecção) – comprei até ao número 9 os novos livros desta série porque adoro ler policiais. (ponto final) Uns livros são reedições, outros pelo que me é dado a conhecer, são novos lançamentos – mas todos ao abrigo do triste AO90. Estava até hoje a ler o Mistério dos Fósforos Queimados quando parei, removi o marcador, fechei o livro e decidi arrumar até nova ordem a leitura. Ficam assim de lado:
        • O Mistério dos Fósforos Queimados de Ellery Queen
        • A Liga dos Homens Assustados de Rex Stout
        • A Morte da Canária de S. S. Van Dine
        • O Grande Mistério de Bow de Israel Zangwill

… e talvez definitivamente ou não – ando por demais obsessivo; conflituoso comigo mesmo.

Eu hoje estou cruel, frenético, exigente;
Nem posso tolerar os livros mais bizarros.
Incrível. Já fumei três maços de cigarros
Consecutivamente.

Cesário Verde

outras leituras

Standard

Okay…

  • Lido os dois volumes de Sinestro: A Guerra do Corpo Sinestro – nada de especial e comprova uma vez mais que não sou grande apreciador de “enormes” aventuras galácticas.
  • Demolidor: Terra das Sombras (39.º volume da Colecção Oficial de Graphic Novels Marvel) – outra leitura do Demolidor absorvente, bem ritmada – excelente.
  • Tokyo Ghoul de Sui Ishida – gostei do desenvolvimento da história.
  • Órix e Crex de Margaret Atwood – leitura interrompida por diversas vezes. Não o achei agradavelmente divertido. Depois de ter lido o delicioso Ano do Dilúvio esta nova leitura ficou aquém do prometido.

livros e chá

Standard

Este sábado foi dia para comprar banda-desenhada e… chá.

Quanto ao chá recomenda-se, quanto às bandas-desenhadas vamos ir em três partes:

      • número 1 da nova colecção No Coração das Trevas, Joker – O Príncipe Palhaço do Crime – foi uma boa leitura: agradecimentos a Ed Brubaker.
      • 2º volume da Colecção Oficial de Graphic Novels Marvel, Vingadores: O Último Acto, de Brian Michael Bendis e David Finch – não gostando especialmente dos vingadores este arco é excelente – muito bom mesmo.
      • 36º volume da Colecção Oficial de Graphic Novels Marvel, Deadpool: A Guerra de Wade Wilson, da autoria de Duane Swierczynski e Jason Pearson – foi a grande desilusão do fim-de-semana.

os túnicas azuis

Standard

São quinze álbuns da responsabilidade de Raoul Cauvin (história) Willy Lambil (desenhos).
Apesar de todas as críticas que se possam fazer à ordem (ou ausência de ordem) em que foram editados os álbuns é sempre melhor do que nada.

Quando a mim é sempre positivo editar boa banda desenhada e quando esta nos leva a passear com humor para a adolescência, melhor ainda.

red nightmare by sissy pantelis and danilo antoniucci

Standard

This opinion will not have an order, rather an orderly disorder.

Let’s see …

It’s not easy to make an acceptable “society” using animals that behave like humans. But the society of anthropomorphized animals created in Red Nightmare, by the perfect choice of species is an excellent “mirror” society. I can identify, in the facial expressions of animals/characters, the savagery, love, hatred, fatigue, perfidy, wisdom, fear, courage, revolt… The detail of the hyenas, the rabbit ghetto – perfect.

Danilo Antoniucci with a sturdy and musical trace created credible characters who transpired the good and the bad of humanity. If I have to choose a favorite character I point the finger at Night Wanderer: it’s the touch of humor in the story, the element that breaks the tension; the character that we envy for the freedom with which he flies for adventure.

Visually, Red Nightmare is a crazy, fun, colorful – wonderful trip.

The pages where the transition from the real world(?) to the dream world(?) occurs, are very well achieved – excellent color work.

The initial page is delicious: a towering castle, guards with an evil grin, a mother that wards off a child and the soliloquy of an anonymous actor deepens the text of the caption and so… the magic begins.

First, flip through the pages and see the images …
Second, read the text and see the images …
Third, read the pictures and see the text …
Reverse this order and mix everything up …

The text begins, from the very start, by embracing the images and soon on the fifth page we have the words ‘I can only help you see the future through me’ which will make the story take a magical leap into another more magical world – magic within magic, story within story; rabbit inside the magician’s hat. Text, image, special effects – kaboom!

Another kaboom and pause. Shock, surprise. Wow, what now?

And the words of Sissy Pantelis go along with the images and the images go along with the words without competition, in union. And the two elements well combined, oiled, offer the reader astonishment, pain, suspense, confusion …

‘CRI CRI CRI’ is fear to one and a surprise to the reader. ‘That’s … not good!’ is said – but it’s good, it’s, very good.

We have pages without text in which Sissy Pantelis boldly lets Danilo Antoniucci write with images; a wonderful writer who writes words in the silence of expressions, in the silence of moments. The reader is invited to think for himself, is gently pushed there, there, beyond.

And the story hurries, runs very fast and even flies (new inclusion of a story in the story – a bit of homage to another story, perhaps Peter, maybe Pan – I do not know!)

And when the artist and the writer finish without the consent of the reader, but with meaning, the story, I say:

You have got to be joking – it’s over?! How? And I begin to leaf through the book until, without any other solution, I place it there beside me on the shelf.

free lance de diogo carvalho

Standard

Diogo Carvalho apresentou em Barcelos o seu último trabalho Free Lance; o argumento, desenho e arte-final são da sua autoria – cores por Nimesh Morarji.

A primeira história, de duas que compõem o livro, foi publicada na antologia Octal #1 (03/2016).

Octal #1

Octal #1

Sobre a edição inglesa:

Free Lance is the creation of writer/penciller/inker Diogo Carvalho and to be honest, is the sort of thing I normally try my hardest to avoid. However, I was pleasantly surprised with the honesty of the writing. The set up is quite simple, where do you go when you need a job doing, but isn’t the type of “for honour” job that appeals to the Knights of the Realm. This gives Carvalho the opportunity to play in a fantasy type of world without the usual constraints. With a Shrek like twist, the book is pretty much what you’d expect, in that’s its pretty easy going with a standard style of art and color.

Free Lance é seriamente uma excelente comédia. É garantido que saudáveis gargalhadas serão arrojadas na leitura deste livro. Cada prancha é louca. Os textos soltam-se rápido e furiosamente humorosos; personagens divertidas (pouco/muito estranhas).

Combinando os textos, com os desenhos e as cores (sublimes!) temos um livro absolutamente irresistível que nos relaxa.

Se gostas de diversão isto é para ti.

obscurum nocturnus por diogo carvalho

Standard

Já (re)li esta aventura diversas vezes e na última leitura descobri um pormenor que até então tinha-me passado despercebido. Tiago está a ler, no carro conduzido por David Gois, o Fanalbum “Cabo Connection” de, naturalmente, Diogo Carvalho.

cabo connection

cabo connection

Quanto ao livro…
É implacavelmente agradável.
Sem a necessidade de criar um barulhento e grandioso cenário apocalíptico, mas antes com uma atmosfera calma e subtil Diogo Carvalho tem a chave perfeita para uma história imprevisível, emocionante. Não sendo apenas um livro de horror, é romântico (até), cheio de acção, aventura e com uma sensação de road trip, a verdade é que nos transporta delicadamente ao medo.

Mesmo para quem não gosta de horror aconselho uma boa espreitadela. É fantástico. Para quem adora horror é a cereja no topo do bolo.

É um livro que qualquer zombie que se preze gostaria de ler.

a vida oculta de fernando pessoa de andré morgado e alexandre leoni

Standard

Obra sublime, de uma mestria visual e narrativa ímpar (impressionante a combinação dos dois elementos); imaginação em estado puro.

Considerando o impacto que a obra oferece é um livro demasiado curto!, mas apesar disso é uma livro épico. Prova-se que é possível criar uma história grandiosa sem dar informações desnecessárias. Os autores aproveitam a imaginação do leitor e deixam-o pensar a pensar (uma história com partes ocultas). Este livro é sem dúvida uma obra completa, atraente, impactante, intensa, perturbadora.

a vida oculta de fernando pessoa

a vida oculta de fernando pessoa

André Morgado e Alexandre Leoni estão mais do que de parabéns – aceno aos dois criadores.