depois

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Comigo o

  • deixa estar depois pagas tu
  • leva isso na boa depois trazes

tem tido mau resultados.

E o mau, no primeiro exemplo, não advém do factor monetário.
Porque pensando bem quando assumo, pontualmente, a totalidade do pagamento de uma despesa não é por ser um “mãos largas”, mas sim pelo facto da petisqueira, da camaradagem, da conversa ter sido bastante agradável e ao usar o “pagas tu depois” a outra parte assume, como que, tacitamente, que deve, social e moralmente, retribuir o favor. E é esta minha análise moral de risco que tem falhado. Os motivos podem ser dois. O que foi agradável para mim foi frustrante para o outro lado da mesa. O que é grave, porque não me revejo ou vejo como má companhia. Ou o outro lado da mesa está pouco se ralando com o “tacitamente”. Quando a mim é este último “ou” porque não vou por uma merda destas abalar a minha auto-estima.

No segundo exemplo é tudo muito mau e grave. Porque assumindo desde sempre não emprestar livros, ou que tais, para evitar o “extravio”. Ao ser reincidente revelo uma pouca saudável dose de estupidez. É o tal ditado de quem cai, num sei em quê, à terceira vez é burro. Ou é o ditado de quem divide. Que seja, eu percebo-me.

Solução haverá só uma: controlar o factor risco.

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