os vigilantes do imaginário

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Grandes tolas tentaram explicar o sentido da vida. A razão do viver. A força motora que nos faz existir. Foram escritos grandes tratados. Milhentas linhas discorreram sobre o viver, o nascer.

Finalmente alguém explica tudo. Estas palavras ditas de forma singela resumem o problema e fecham a discussão para sempre:

A vida é uma merda. E depois, morre-se. [1]


[1] página 104
Pat Cadigan, Os Vigilantes do Imaginário
Livros do Brasil,
Colecção Argonauta n.º 552

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