batalhas

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A geometria do caos no rosto sereno de uma rapariga moribunda.

“O Pintor de Batalhas” de Arturo Pérez-Reverte não foi lido como outro qualquer livro. Foi suavemente absorvido. A “tapeçaria” está tão bem urdida que queria chegar rapidamente à morte anunciada, mas fui obrigado a parar para sentir a frescura de uma obra perturbadoramente bela. Pérez-Reverte já me tinha surpreendido com outras obras, mas esta é ainda mais deliciosa. Não é à toa que é o escritor espanhol mais lido sem publicar qualquer trash book.

Nesta obra Pérez-Reverte obriga ou pelo menos a minha ignorância obriga-me as pesquisar sobre as imensas referências que o protagonista se encarrega de mencionar. É uma outra forma de (re)ler “O Pintor de Batalhas”.


O Pintor de Batalhas, Arturo Péres-Reverte
título original: El Pintor de Batallas
tradução: Helena Pitta
editor: Asa Editores, Mar.2007, pág. 17

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