mission child

Standard

Não apreciei o livro Renascer editado em 2002 pel’Os Livros do Brasil (n.º 539 e 540 da colecção Argonauta).
Acredito que Maureen F. McHugh escreve um bom livro, mas eu não fiquei convencido. Ou melhor dizendo não me toca. E não é por ser um livro, digamos, “lento”.

Pensei que a partir da página 46 a história me levasse a outros trilhos, mas acabei por descobrir que é mais uma viagem interior sem o meu “tabasco” preferido. Pensei durante algum tempo n’ Os Arquitectos do Cosmos, Frank Herbert, o que, também, não ajudou à leitura.

Janna não deixa de ser uma personagem forte capaz de ultrapassar e crescer com os horrores das guerras.

I felt so bad for that boy. I didn’t know which was worse: to die or to survive the plague and be alone. He was in the land of the dead, now, and when he came back nothing would ever be the same. I had brought Ming Wei out of the land of the dead, and that was good. But nobody was going to bring that boy out of the land of the dead. No one had ever brought me out of the land of the dead. Here I was, neither man nor woman, foreigner with no home. Maybe that was what I was for, to be a guide out of the land of the dead. Crazy thoughts.
Maureen McHugh’s Mission Child

Mas a verdade é que sou mais um leitor de Majipoor [1].


[1] O Castelo de Lorde Valentine (n.º 542 e n.º 543 da colecção Argonauta);
As Crónicas de Majipoor (n.º 59 e n.º 60 dos Livros de Bolso, série Ficção Científica das Publicações Europa-América)

Anúncios

deixar uma resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s