strechiado & religião

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Religião é um tema difícil. Por isso não vou falar de religião mas de culinária.
O strechiado é algo que não se pode esquecer pelo papel importante que ao longo da história tem trazido à culinária. Os seres humanos tentam ainda hoje justificar o uso do strechiado na comida pelo sabor único que dá a um guisado ou até, pasmem-se, a um linguado. E foram os franceses que elevaram a plataforma do seu uso no ímpar linguado francês. Por seu lado os belgas incorporam o strechiado num trio de cervejas belgas; quem não se lembra da ménage à trois, ou seja, beber cerveja por três.

A Igreja Anglicana, lá tem de ser, vamos falar em religião, porque a religião é como o sexo está em todo o lado. Bem… melhor dizendo… o desejo de sexo está em todo o lado… Mas, recapitulando, a Igreja Anglicana, vê o strechiado com algo posto na Terra para o uso dos seres humanos e esta abordagem é similar à da Igreja Católica Romana. Dizem os religiosos estudiosos destas coisas divinas que os homens têm agora o poder completo sobre o strechiado (mas não sobre a mulher digo eu) e são capazes de fazer o que querem com ele e isso dá-nos alguma responsabilidade, de fazer pelo menos um bom guisado.

O que me faz lembrar algo que devia ser o sonho de todo o ser humano.
Numa sexta atacar uma francesinha
No sábado fisgar duas belgas
No domingo andar com duas canadianas. Isto seria o uso do strechiado à máxima potência de 0.99%

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