filmes tristes

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Pergunto-me porque é que não me mato? Pergunto-me porque é que me pergunto, depois digo para comigo que não devo pensar assim e acendo um cigarro.
(…)
Tento concentrar-me no mar. O maior corpo de água do mundo inteiro. De repente, decido não acreditar na evolução. Não consigo tomar uma decisão quando se trata de encomendar alguma coisa no sushi bar, mas no que respeita às Grandes Questões sou rápido.
Pergunto-me em que é que acredito.


Mark Lindquist, Filmes Tristes
título original: Sad Movies
tradução: Tomaz Vaz da Silva
editor: Círculo de Leitores, 1990, páginas 7 e 8
isbn: 972-42-0094-9

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